DISPLASIA DE OCCIPITAL

DISPLASIA DE OCCIPITAL DISPLASIA DE OCCIPITAL DISPLASIA DE OCCIPITAL DISPLASIA DE OCCIPITAL

A displasia do occipital é o alargamento dorsal do forame magno, o qual pode variar a sua forma e tamanho e os animais com esta alteração morfológica podem ou não apresentar manifestações clínicas. É resultado da ossificação incompleta da parte ventromedial do osso supraoccipital.

 
 Esta enfermidade está associada a cães de raças pequenas como: Lhasa Apso, Maltês, Shih Tzu, Cavalier King Charles Spaniel, Papillon, Chihuahua, Lulu da Pomerânia, Pequinês, Poodle Toy, Yorkshire Terrier, Boston Terrier, Bichón Frise, Pugs, Stafforshire Bull Terriers, Pinscher, Beagle e Dachshund.
 
 A importância clínica da displasia de occipital é questionável, pois existem animais assintomáticos Casos complicados e mais graves, temos como sintomas: ataxia, dor cervical, convulsões, mudanças de comportamento, disfagia, depressão, cegueira e estrabismo. Os principais sinais clínicos dentre estes são a ataxia e a convulsão.
 
 O diagnóstico definitivo se dá através da radiografia com o animal em decúbito dorsal com a articulação atlanto-occipital hiperflexionada.
 
 O princípio do tratamento é o alívio da dor/desconforto e controle das crises convulsivas. Deve-se restringir a movimentação do animal e simples ações como a elevação do prato de comida e água e também a retirada de coleiras auxiliam a melhora clínica do animal.
 
 Tratamentos adjuvantes podem ser utilizados se julgado necessário como a utilização de ultrassom ou acupuntura.
 
Voltar